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Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da valorização da mulher e prevenção ao feminicídio, campanhas têm sido criadas em todo o mundo. O feminicídio é definido como o assassinato de uma mulher pelo simples fato de ser mulher, e é uma das formas mais extremas de violência de gênero. Em 2023 a FACSUR estará levantando essa bandeira com campanhas de valorização da Mulher e Prevenção ao Feminicídio

No Brasil, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 1.350 casos de f

eminicídio em 2020, um aumento de 1,9% em relação a 2019. Ainda de acordo com o mesmo estudo, o país registrou 105.821 casos de violência doméstica no mesmo ano.

Diante dessa realidade, diversas iniciativas têm sido realizadas para combater o feminicídio e a violência contra a mulher. Uma delas é a campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, promovida pela ONU Mulheres em parceria com outras organizações. A campanha acontece anualmente entre os dias 25 de novembro, Dia Internacional da Eliminação da Violência contra as Mulheres, e 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Outra campanha que tem ganhado destaque é a “Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica”, criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP). A campanha incentiva as mulheres a denunciarem a violência doméstica utilizando um sinal vermelho feito na mão, que pode ser mostrado em farmácias e estabelecimentos comerciais conveniados.

Além disso, diversas organizações e movimentos feministas têm realizado ações para conscientizar a população sobre a importância da valorização da mulher e do combate à violência de gênero. Essas ações incluem a realização de palestras, debates, caminhadas, manifestações e outras atividades que visam sensibilizar a sociedade e cobrar medidas efetivas por parte do poder público.

É importante ressaltar que a valorização da mulher não se resume apenas a medidas punitivas, como a prisão dos agressores. É preciso também investir em políticas públicas que promovam a igualdade de gênero, como a educação de qualidade, a ampliação do acesso ao mercado de trabalho e a garantia de direitos básicos como saúde e segurança.

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